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3º Concurso Guemanisse de contos e poesias

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08 de agosto de 2006

 

RESULTADOS DO 3º CONCURSO GUEMANISSE DE CONTOS E POESIAS

 

Conforme previsto no regulamento, na presente data (16/10/2006), promulgamos e divulgamos os resultados da 3ª edição deste Concurso Literário.

Agradecemos e parabenizamos a todos os participantes, pois que todos acrescentaram parcelas de talento e criatividade e este exitoso evento. Aos não agraciados com premiação, lembramos que o resultado não representa demérito e muito menos julgamento definitivo sobre possibilidades e qualidades artísticas e mesmo porque a quantidade e qualidade de textos inscritos ultrapassaram as nossas expectativas. Acreditamos que todo julgamento, principalmente artístico, tem caráter provisório e implica em relativismos próprios dos juízos de valor. Mesmo grandes mestres da literatura (como Guimarães Rosa) foram preteridos em Concursos ou Editoras, com obras de primeira grandeza.

Acreditamos sinceramente que, aos premiados, mesmo e apesar da subjetividade dos julgamentos, deve restar a certeza do reconhecimento de valores indiscutíveis em seus textos, que são os frutos angustiantes ou prazerosos das individualidades artísticas que compõem o fantástico calidoscópio cultural do país.

Agradecemos à generosidade da acolhida de todos os que, de alguma forma, participaram de mais esta jornada, e observamos com modéstia a contribuição que podemos oferecer a este cenário cultural tão espantosamente grávido de excelentes escritores desconhecidos e/ou não reconhecidos.

Clarisse Maia

 

 

POESIAS:

1º Lugar - J. J. Campinas (Estradas)

2º Lugar - Carlos Eduardo Barros (Olhares)

3º Lugar - Zoé de Diogo (Noturno)

 

Menções Honrosas

Arlete Piedade (Quisera...)

Dora Brisa (Fica)

Humberto Caneppele (Olhos nus)

Jacqueline Laranja Leal (Este beijo só cabe na tua boca...)

Joan Edessom de Oliveira (Das oferendas)

José Geraldo Neres (Outras margens)

Newman Ribeiro Simões (Cosmo(i)lógicas (I) - O silêncio recebe a fúria do verbo)

Oldemilson Rocha Cézar (Encanto do ócio)

Paula Isabel Gonçalves dos Santos (O tempo)

Rui Werneck de Capistrano (Nó na boca do estômago)

Souza (A ilusão do átomo)

 

Menção especial

André Paulo Manfrin (Paraíso)

Elba Magna (O que se forma com amor, dura para sempre)

Manoel Mário Reis Bittencourt (Quem sou eu?)

Mariana Jéssica de Jesus (Sentimento de um caboclo)

 

CONTOS:

1º Lugar - Nery Marcondes (Anotações sobre a vida e a morte de José Perigoso)

2º Lugar - Naidan Santos (As viúvas)

3º Lugar - Josiney Cotegipe (Dia de colheita)

 

Merções honrosas

Gabriel Mattos (Guerra)

Fal Vitiello de Azevedo (Horácio)

Hélio Contreiras (A ressurrreição do santo)

Júlio de Castro Paixão (Flávio Galvão ou um dia especial)

Lucas Jerzy Portela Silva (Ignobilis Oraculae: Gamones Ou Plínio, O Ignorante)

Otacílio Cesar Monteiro (O homem que não podia morrer)

Raymundo Silveira (Hoje)

Regina Lúcia Alonso Peres (Na ponta do laço)

Ricardo Lahud (Jogo de vida)

Rina Bogliolo Sirihal (Recapitulando o dia de hoje)

Vera Rossi (Boas novas)

 

Conforme disposto no regulamento, além das premiações em dinheiro para os 1º, 2º e 3º lugares, todos os textos constantes desta lista serão publicados em livro e cada autor receberá 10 exemplares.

 

 

Pré-Classificados no 3º Concurso Guemanisse de CONTOS E POESIAS

 

CATEGORIA POESIAS (816)

Dentro de um universo de 1.775 (mil setecentos e setenta e cinco) textos inscritos, as poesias pré-selecionadas, são as seguintes:

 

(Des) encantos

(H) Á de Amar

‘Conto’

“BUG” do Milênio

“tudo demorando em ser tão ruim...”

03 de junho

A água da manhã

A arte de escrever

A arte e a magia de ser poeta

A árvore da vida

A bailarina

A bíblia

A bicicleta

A carona especial... na asa de um livro...

A cidade dos livros

A cor dos miosótis

A estátua

A ex

A fala aprisionada

A família

A felicidade

A guerra

A guerra e a paz

A ilusão do átomo

A janela

A lagarta e a borboleta

A licença poética

A magia

A mar

A minha irmã pequena

A minha poesia

A minha procura

A moça da praça

A noite

A Palmeira

A partida

A passar...

A paz

A pena e o prazer

A platéia

A política na ótica poética

A primeira visão

A princesa prioritária

A procura

A solidão

A ti dou meu coração

A trilha da imperfeição

A um passo do desconhecido (E o que resta agora?)

A um pintor

A verdade

A vida começa aos 50!

A vida é assim

A viola

A voz dos acorrentados

Abismo

Abismo

Achados e Perdidos

Acróstico Poético

Adeus

Adolescência

Adoro ver-te chorar

Afinal quem somos nós?

Agenda

Agnus

Agramático

Águas da Existência

Águia das águas

Ah! Essa Dor...

Alameda Barão de Limeira

Alfabeto em seis

Alforria

Alguém

Almanaque

Alojamento

Amantes unilaterais

Amar

Amar é isso

Amartemática

Amigão

Amigos pra sempre

Amor de muitas vidas

Amor de poeta

Amor e Amizade se escreve com A maiúsculo

Amor em Aman Paz no Ramadam

Amor eterno

Amor platônico

Amor Ternura

Anatomia de Nadja

Andarilho

Angústia

Anjos sonâmbulos

Anorexia

Antes

Anverso do folhetim

Ao longe

Aos seios de Duília

Aparição amorosa

Apenas um menino

Apenas uma vírgula

Apetrechos

Apinéia

Aprisionados

Aquele instante

Ardente confusão

Ária

Armaduras

Arquitetar um mundo

As borboletas

As dores do mundo (Infância violada)

As mãos

Às margens do Nhundiaquara

As máscaras

As penas

As primeiras chuvas de outono

As quatro estações

Assim me ditas

Assim, se vai

Atenção

Aurora

Ausências

Autômatos

Auto-retrato

Avancemos para águas mais profundas

Azul invisível

Bailarina

Baile de máscaras

Banalidade da vida

Bananal

Barroco

Batiscafo

Belém, 390 janeiros

Beleza

Berlin 1989

Biografia

Bodas de prata

Boneca de retalhos

Borboleta no asfalto

Borboletas

Brasil: o retrato de um povo

Brasileiro

Brenhas

Briga de amor

Cabelos ao Vento

Cacos

Caixa de agulhas

Calçado

Caminho cego

Canção de adeus

Cansaço

Capital natural

Carpe diem

Carpe diem

Carpe diem

Carta ao poeta

Carta...

Cartão de visita

Casinha ou caquinha

Casos e lendas

Cavalo marinho

Céu de inverno

Céu lunissolar

Chanson Impossibilidade

Cheguei sem avisar...

Cheiro de...

Chuan Tzu revisitado

Chuva

Cidadão?

Cidade

Ciência pra quê?

Cinco retalhos

Ciranda

Circo de horrores

Clamor

Cnossos

Cola

Comme il faut

Como teria sido

Como vento

Condições do imaginário

Conjugação de-vida

Constatação

Constato sem emoção

Contingências

Contra o tempo

Convite

Cor e ação

Coração

Coração indigente

Corações de verão

Corpo

Cosmo(i)lógicas (I) – O silêncio recebe a fúria diverbo

Cosmo(i)lógicas (II) –Palavras rompem o silêncio... e dançam

Cosmo(i)lógicas (III) – Relâmpagos impõem o aprendizado daluz

Costruo a flor

Cresci ou sou resto?

Criança, não deixes o verde da terra morrer

Cristal

Da ausência

Da ausência – à moda antiga

Da solidão

Dançam as ondas do amanhecer

Das oferendas

De olho na rua

De um e de outro

Deixa fluir

Delírio humano

Delito de corpo

Desabafo da alma

Desabafo de uma vida

Desabafo do sol

Desassossego das horas

Descobrir

Desculpas

Desejo Blasfêmico

Desejo de pele

Deserto

Desfile

Desjejum

Despedida

Destino dos deuses de carne

desvanescências

Desvão

Devaneio

Devenir

Devolva-me

Dez

Dez mil litros/dia

Dez sonhos de vida

Diamante lapidado

Dias de sol, dias de chuva

Diferenças

Do mistério dos caminhos

Doação

Doce ilusão

Doce mulher

Doce vida

Doces saborosos

Doideira

Doloridas lembranças

Dom é uma força da natureza

Dor

Dor

Dor inevitável da vida

Dureza preciosa

E se...

E se...

Ecos

Egocentrismo

Ei, moço

Ela...

Elegia à Gastão Neves

E-Ligações

Elogio da mistura

Em cantos opostos da vida

Em Nova Orleans

Embaraço

Encantamento

Encanto de céu aberto

Encanto do ócio

Encontros

Energia

Engano: uns não-olhos

Enlace

Enleio

Entre a fala e a folha

Envelope grená

Era no Tempo dos Deuses...

Era uma vez...

Esconderijo

Escória

Escrevo

Escultura

Escultura em papel

Esmeraldas

Esmeraldina

Espelho

Espelho humano

Esperança

Espetáculo

Espírito Santo

Este beijo só cabe na tua boca...

Estradas

Estrela

Estrógenos só

Eterna presença

Etiquetas

Eu

Eu no mundo

Eu perdi o pessimismo

Eu pronome solitário

Eu queria ser poeta

Eu quero ser

Exclusão

Exortação (Soneto)

Explicação

Fade out

Falar saudade...

Falar-te-ei

Fantasiando-te

Fantasmasias de Maria

Fator intrínseco

Fazenda Malária

Feira brasileira

Feito árvore

Felicidade...

Fêmea universal

Fênix

Fica

Fica comigo

Filho adotivo

Filosoguia

Fim

Finis operae

Flor de Lótus

Flor de Mulher

Flores ao coração

Flores guardadas

Fluxo

Foi amor, ah foi paixão.

Folhas que rolam

Força de vontade

Fracasso

Fragmentos de esperança

Fragmentos do Estação

Furacão de Quimeras

Galeria

Gastropoesia

Gavetas

Geo-política

Gicelene a canção

Giovanna

Giz da alma

Grávido de esperanças

Greenwich

Há dois mares

Hipocrisia

Histórias, choros e esperanças

Hoje acordei para vida

Hoje eu

Homem Vinil

Idade Média

Ideograma

Ilha

Ilusão

Imagem refletida

Imagens

Imagens refletidas

Imaginar, eis a arte do ilusório

Imensidão

Imenso amor

Imigrei para o meu próprio país

Impensável

Imperfeição

Impressões

In Peccattvm (pecatvum)

In virtus

Incógnita

Incógnita

Inconseqüente vida racista

Inexorabilidades do tempo e do amor

Ínfimo

Ínfimo Rompante

Inspiração

Interlúdio

Interregno

Interrogações

Invenção

Inverno outra vez

Itinerários

Janela

Jovens

Kalúnga´ a-ngombe virá em tua busca

Komba-kia-toko

Labirinto

Labirinto

Laços e beijos

Lauda em branco

Leia apenas uma vez

Lembranças

Lembranças de uma vida

Lembranças do passado

Lembrando Vinícius

Lenda

Ler livros... ler a vida

Lia

Liberdade

Liberdade alcançada?

Liberdade sob vigília

Língua

Litanias...

Livro

Livro antigo

Longe dos olhos

Loucos

Loucura

Lua

Lua no varal

Luz do amanhã

Lyly

Mais lembranças devidas em uma canção

Maldito tempo, sábio tempo

Mandala

Manguezais

Manuel,

Mãos

Mar a mar

Mar de lágrimas

Maré de azar

Margem

Maria Julia

Maria Stuart – a execução de uma rainha

Marias

Meditação

Medusa

Meias sujas

Melancolia

Memórias de um vôo

Menino guerreiro

Menino-passarinho

Meninos Malabares

Menos uma tarde

Metrópole

Meu Destino Amar

Meu filho

Meu grito

Meu mantra

Meu menino

Meu reino de infância

Meu Rio de Janeiro

Meu tempo

Meu violão

Meus pais

Meus pensamentos

Milena

Mimo

Mineirar

Minha esposa

Minha terra tem palmeiras, tem caatinga, tem favela

MinhAlma canta

minuscrito

Missa

Monólogo

Montar a cavalo

Morro moderno

Mulher à tarde

Mulher noite

Multidão

Mundo azul

Mutilação

Na calçada

Na tela da vida

Namorados no mirante

Namoro na tarde

Nana Burukê

Nanquim

Não precisa

Não te esqueci

Nas asas da utopia

Nas próximas eleições, vote na Vida

Negro

Nó na boca do estômago

No outro lado

No verso, no ver, no ser

Noites particulares

Nomeado mundo

Nos tempos da disco music

Notas a um hino

Noturno

Novelo de lã

Nuanças

Nunca mais

O “rimado”

O amor

O amor que eu quis lhe dar

O bruto do amor

O cego e a praia

O círculo

O coração é um mistério

O despertar da solidão

O dia do aniversário

O espelho

O espelho e eu

O fantasma

O fermento da pobreza

O filho pródigo

O grito

O homem dos meus sonhos – II

O instante congela

O jiquitibá

O líquido dos tempos em meu corpo nu

O livro

O louco

O maior diamante do mundo

O matematiquês

O mendigo

O menino de Belém

O meu segredo

O milagre do pão ou receita para fazer poema

O Narciso triste

O nosso amor

O outro

O pai e o olhar

O pescador de estrelas

O ponto D

O povo nas ruas

O quadro na parede

O quarto do autor

O que se forma com amor, dura para sempre

O que se pensou...

O Segredo

O som dos teus passos

O sono

O tempo

O teu olhar de amor

O tiro

O traço

O trem

O vício do caminho

O violino do réquiem

Ocaso

Ocaso do vestido

Ode ao ódio

Ode aos sonetos

Odisseu

Odor de menino

Olhares

Olhos nus

Olhos sonhadores

Onde mora o poeta

Onde quero a poesia

Oração de um feto

Oração do favelado

Oração dos carnívoros

Oráculo!

Ordem natural das coisas

Órfão

Os animais livros e livres

Os anti-olhos

Os novos broquéis

Os olhos da rosa

Os re-olhos

Osama, Virgulini & Companhia (Lembrando Limeira)

Ouro Preto

Outono

Outras margens

Outro amor quisera

Outro oceano

Página em branco

Pai nosso

Paixão

Palavra poesia

Palavras

Palavras se deitam

Palavras vivas

Papéis

Para ler em dias de chuva

Parados no tempo

Paradoxo

Paraíso

Parasito

Partiu

Pasárgada?!

Passagem para a paisagem

Passeando

Passeio com Carlos Drummond de Andrade

Passos e passagens

Paus-d`arco

Paz

Paz na escola

Paz Sempre Paz

Pencils

Penitência

Penna

Perdido em mim

Perdoa-me, Deus

Pérfida paixão

Perseverança

Pior lembrança, maior amor

Plágio de alguma reminiscência desconhecida

Pluramor

Poema

Poema em linha torta

Poema fundo

Poema número cinco

Poema número seis (ou Versos tortos sobre liberdade)

Poeminha adolescente

Poesia

Poesia atual das velharias cotidianas

Poesia do nome

Poesia e tristeza

Poesia urbana

Poesia!

Poeta

Poeta

Por quê?

Por todos os sentidos

Por um fio

Porque eu gosto de aço

Portais de jade

Portas e janelas

Preconceito

Prelúdio à Cispoesia

Prelúdios

Presente de amor

Presente de aniversário.

Primavera de amor

Privacidade

Procurado

Procura-se verso

Progressão

Proseando com o finado Euclides

Psicotecelagem da vida cotidiana

Qual o sentido da vida?

Qualquer lugar

Quanto vale se arriscar?

Que falta faz

Queda

Quem sou eu?

Quem sou eu?

Quinze pras oito

Quisera...

Raiz fincada

Raízes

Re Mundo

Reação

Reflexão

Rehavida (Anatole-B)

Relógio

Relógio

Renascer

Renovação

Resgate

Restos de sobras

Retrato de uma tarde

Rio

Rio São Francisco

Rizoma

Roma

Rosa dos ventos

Rosa vermelha

Rotina

Rua da escola

Ruas molhadas

Saber é bom, ensinar melhor ainda

Sabores da vida

Saga (Anatole-B)

Salve Salvador

Saudade

Saudade

Saudade prateada

Saudade!

Saudosismo

Scannaprint

Scannaprint II

Se – algum dia – eu morrer...

Sedução

Sem destinatário

Sem esperança

Sem rótulo, obrigado!

Sem rugas

Sem título (A palidez...)

Sem título (Amar... Buscar sempre...)

Sem título (Amar... desorientação...)

Sem título (Amor, ajuda-me neste...)

Sem título (amo-te, mas na verdade nunca te amo tanto...)

Sem titulo (Derivo minha poesia...)

Sem título (Devemos viver...)

Sem título (É debaixo do chuveiro...)

Sem título (Grande noite foi aquela...)

Sem título (O fim do amor...)

Sem título (O mar bate na areia...)

Sem título (Poesia...)

Sem título (Quando a vida parece...)

Sem título (Seio: Duo de prazer...)

Sem título (Um dia li...)

Sem título (Vou à praia e corro...)

Sementes

Sempre haverá

Senhorita

Sensaboria

Sentença

Sentidos

Sentimento de um caboclo

Seqço

Seqüência Lógica

Ser

Ser humano

Ser ou não ser

Ser poeta

Ser romântico é encantar

Será tudo ilusão?

Seria bom

Seriema

Seus olhos

Siga seu coração

Sílaba Cu

Simples

Simplesmente Mãe

Simulação

Sinto

Sinto assim

Sítio Santo Antonio

Só acompanha

Só pra você

Soberana das estradas

Sobras

Sobre a estética da desventura

Sobre com quem moro

Sol de Minha Lua

Solidão

Solidão

Solidão

Solidão dos pinheirais

Solidariedade

Solitudo

Sombras de luz

Sonetino

Soneto

Soneto da Falsa Força

Soneto da madrugada

Soneto de eternidade

Soneto do desamor

Soneto impreciso a um Narciso às avessas

Soneto para o meu amor

Sonetos de mim

Sonhando acordada

Sonhando-te

Sonhei com uma árvore de livros

Sonho

Sonho das matas

Sonho de mulher

Sonho juvenil

Sonhos

Sonhos

Sonhos da vida

Sonidos breves

Sopro

Sorrisos no ar da cidadezinha

Sou brasileiro

Sou o pó da terra sem fim

Sublime namorada

Subterrâneos

Suicídio

SUNSSED (Semente de sol)

Súplica

Suspeito inocente

Talvez amanhã eu morresse

Tarumã

Taurino

Tecelagem

Telefonema

Tempestade

Tempo

Tempo

Tempo do templo

Tempo-Juiz

Tempos de luz

Tenho medo

Tênue

Terra – Oxum Apandá

Terra-mãe

the odd lady 1

Tic-tac do tempo

Tordesilhas

Trama desirludida

Trançados

Trânsito

Transparência

Travessia

Tsunami

Tua castidade

Tudo é desejo

Tudo o que eu nunca quis dizer

Tudo por você

Um beijo

Um canto para o pajador

Um conselho

Um dia

Um pequeno choro

Um poema de pedra

Um pouco de literatura

Um romance complicado

Um segundo

Um varal de livros

Uma poesia pode ser...

Uma simples caneta

Único

Uns Olhos

Velhice

Vem

Vem para a minha mesa

Venda proibida

Vendo poesia

Veneza

Verão

Verbo Rio (Homenagem à Cidade Maravilhosa)

vERsOS

Versos (re) lidos

Vida

Vida cristã

Vida de meretriz

Vida de poeta

Vida interrompida

Vida seca

Vida sem você

Vidas e Videiras

Vinte de novembro

Vírus da morte

Visita surpresa ao artesão de equívocos

Viver

Vó sabida

Você & Eu

Você é o amor

Vôo d´alma

Vou ter que esperar... minha paz é você

Xerox da vida

 

CATEGORIA CONTOS (569)

Dentro de um universo de 1.333 (mil trezentos e trinta e três) textos inscritos, os contos pré-selecionados são os seguintes:

 

24 horas

A Abelhinha Zázi e o Beija-Flor

A arte de despistar chatos

A bicicleta

A bordadeira de enxovais

A Bruxa e os dois Coelhos

A cada partida, um reencontro

A casa

A casa

A cidade das gaivotas

A Cinderela e a menina do guarda-chuva

A coisa

A companheira secreta

A conspiração dos quadrinhos

A construção da indecorosidade

A criança

A curiosidade de Maria Futrica

A dama da janela

A dama de preto

A doença do choro

A espera do azul

A estação

A estrada

A festa do Nicolau

A festa do Pantagruel

A forma de Giovanna

A Funcionária do Ano

A garota e o velho lobo

A grande arte

A herança

A intradução das flores

A lei do amor no planeta desconhecido

A lenda da perguntinha indecente

A madona de pedra

A mão do meu pai

A marca de um homem. A força de uma mulher

A matriarca

A melancia

A menina no centro da cidade

A misteriosa volta de Alberto

A morte

A música é um sentimento

A necessidade do supérfluo

A Neidinha

A noite que me olha

A orelha

A orquestra sinfônica

A paixão de dona Albertina

A passagem

A porquinha teimosa

A primeira noite

A Recepcionista

A ressurreição do santo

A rotina

A singeleza

A tosse

A traição

A última corrida

A última esperança

A última flor da terra

A última vez

A vida em paradoxos

A virgem do mar

A visita de Fabiana

A viúva

A voz de Inês

A zebrinha campeã

A... MO... (r)... TE

Abduzidas – mulheres sem destino

Acontecem em Overloque

Adereço capital

Aferradamente

Afogando-se em estrelas.

Agora, a sua

Ainda vai enviar

Alado

Alçapão

Alguém na vida

Alma lavada

Almofada escarlate

Alô?!

Am[arg]or

Amarga vingança

Amigas de infância

Amor e Outras perfurações

Anjo loiro

Anotações sobre a vida e a morte de José Perigoso.

Ansiedade

Ao descer deposite a ficha na caixa

Ao som de Caetano

Apaixonado

Apenas mais uma de amor

Apenas um pássaro

Arco-íris é coisa de menina

Arte elocutória 2360

As belezas de outrora

As coisas que eu detesto são poucas e boas

As dívidas da vida

As entrevistas

As férias da família Hussein

As músicas de Oswaldo Montenegro

As quatro estações

As trufas

As últimas férias

As viúvas

Às voltas com o tempo

As voltas da vida

Asfixia

Atentado ao verborrotor

Atravessando a rua

Avareza

Aventuras republicanas

Aves do Véspero (Comunicado da frente ocidental)

Baiacu meu

Believe It Or Not

Bello

Bem Mais Longe (Arteiro)

Bicho-homem

Boas novas

Café Zurich

Camafeu

Caminhava

Caminho

Cansaço tanto, tanto

Caótico mundo novo

Capitão Crioulo

Carta marcada

Castelinho de quintal

Cavalo de pijamas

Chácara

Chocolate

Cinco menos um

Cinismo ou cinefilia

Circo de horrores

Clamor

Clarice

Classificados

Coldre axilar

Com as minhas sinceras desculpas

Coma

Concidadãos

Confeitos de caramelo com socos no capô

Conflito

Consciência

Consciência política educacional

Consórcio da vida humana

Consultório

Coração rasgado

Corpo fechado

Corrida

Cotidiano

Cotidiano 365: Um Dia. Um Conto

Crianças

Crime perfeito

Curto e grosso

Da escola

Da poesia e dos amores orientais à beira do Umurama

De caso com a Net

De dois bancos era à distância do destino

Depois do sol

Destilados

Deu zebra de novo

Deus lhe pague

Dia de colheita

Dia sujo

Diogo no país das armadilhas

Doce química

Doido por futebol

Dom Quixote

Dom Quixote e Sancho Pança na São Paulo do Século XXI

Domingo

Dr. Negrão e o sabiá

Duas cartas para o Papai Noel

E agora, Antônio?

E agora?

E aí, qual é a jogada?

E uma placa se ergue ao velho guerreiro

Easter Hymn

Ecologicamente correta... até quando?

Elétrons em greve!

Elvira

Em busca de mim mesma

Em meio a uma chuva

Encontro

Encontros

Enquanto não chega a hora

Ensaio sobre a alegria

Enseadas

Entorpecimento

Entre os poderes

Epitáfios

Era uma vez

Espelho

Espelho

Espelho da alma

Espelho quebrado

Espelhos D’Alma

Estação República

Estação Segunda

Estalo

Estuda menino!

Eta cachaça boa!!!

Eu e minha insanidade

Eu e minha morte

Eutimia

Explicação

Falsos strudels

Fantasia não tem limite

Fazedora de poema

Feiúra que nem a do Diabo

Fevereiro, um encontro, um presente dos deuses

Filho único de mãe solteira

Filmes gêmeos

Filosofia de botequim

Final feliz?

Fingindo-me de morta

Fio da navalha

Flávio Galvão ou um dia especial

Flora

Fluoxetina

Fonte luminosa – nenhuma idéia

Fortuna

Fraterno maestro

Fruta proibida

Gato alado

Girassol, Giravida

Globo terrestre

Gol de Cabeça

Guerra

Henriqueta

História de criança

História de pescador

História de Ramalah – o contador de histórias

História de Um Livro

Hoje

Hora da sesta

Horácio

Ignobilis Oraculae: Gamones Ou Plínio, O Ignorante

Imigrando para o meu próprio país

Impressões

Incompletas aventuras do Sr. Euclides

Infância

Inocentes

Insight

Inspiração

Israel e Palestina

Janjão

Jedílson e Enílson

João Antão

Joaquim e a raposa

Joaquim e Lina

Jogo de vida

Kroeger, O Sobrevivente

La garntia soy jô

Lembranças...

Letícia

Liberte sua alma!

Livro o fagrante

Luigi andou de avião...

Luisa

Luíza

Majestade, milagre e movimento

Manchas em marcha

Máquina de passar tempo

Maria

Médicos morrem?

Medo

Meias cor-de-rosa

Memórias de um cadáver iluminado no laboratório de anatomia

Meu dia de Leopold Bloom em Curitiba

Meu fusca vermelho

Meu último vestido de seda preta

Micro-Conto

Moça mocinha

Montanha-russa

Morro Alegre

Morto de medo

Mosah

Mulheres de A a Z

Mulheres do tempo

Na ponta do laço

Não impeça o fechamento das portas

Não tão moça assim

Nas esquinas do mundo

Nas páginas do Correio

Natal

Nem José, nem Maria

Nem me fale de serviço doméstico!

Nem todo lampião de gás saudade traz

Nem tudo que era para acontecer, aconteceu

Nessa poeira não vem mais seu pai

Nina e Dedé

No anonimato da Lapa

Noites ensolaradas

Noites na manhã

Nos braços do pai

Novos e antigos amores

Numa manhã de outono (A flor da marcela)

O “coisa ruim” se transforma

O adubador

O ambíguo

O amor foi presente da saudade

O apagador de estrelas

O beijo

O bilhete premiado – a sorte grande

O bizarro triângulo amoroso

O bom ladrão

O boquirroto

O caminho do alecrim

O camponês sofrido

O canto da profundeza invisível

O cão

O cão

O carnaval segundo Pierrô

O cavalo cego

O cheiro da morte

O conto do fogo e da luz

O conto proibido

O corpo

O Cueca

O defunto ajudou na investigação

O deserto

O despertador

O despertar

O despertar da esfinge

O destaque

O dia em que comecei a explodir prédios

O dia em que decidi partir

O dia em que o menino cresceu

O diamante e a melancia

O Duplo Eu

O encontro

O encontro

O espelho d´água

O evangelho segundo Luísa

O exame

O fanático Pascal

O filho invisível

O funeral

O gato expiatório

O genebrês

O Gênio

O grande jogo

O herege

O homem da noite

O homem multifacetado.

O homem que caminhava

O homem que foi morar num outdoor

O homem que não podia morrer

O homem que sumiu

O inverno são os outros

O jardim

O jardineiro

O jogo das paixões

O labirinto

O ladrão de sonhos

O limão Inimigo

O Ludovico

O Magalhães!

O maior escritor de todos os tempos

O mal de acreditar nas coisas

O mandato da realidade

O menino azul e o burro

O menino que falava enrolado

O mentiroso e o casaco

O mestre e o menino

O milagre

O milagre da neve

O mistério do casarão

O Mofo e A Gala

O ônibus

O Outono Eterno

O papel

O pé-de-vento

O piano

O poder da satisfação

O Preconceito

O Prémio do Herói

O provedor

O que é ser um bom pai?

O que Santos Dumont fez pelo Brasil

O que você faria se hoje fosse seu último dia?

O reflexo que passou em uma luz clara numa tarde adormecida

O Rei, a Rainha e o Pequeno Príncipe

O Saci e a hóstia

O segredo

O segredo da pedra

O sempre noivo

O sofá de veludo alemão azul

O sopro da fé e da esperança

O sorteio

O tesouro

O tio

O troca-troca

O último e-mail

O último vôo

O último vôo de Santos Dumont

O velório de Silas Calafate

O vôo das letras

O vulto (“Nem gente, nem bicho!”)

Odisséia engavetada

Olheiras

Olhos de coelho

Olhos vermelhos

Onde está ela?

Os cinco sentidos

Os fantásticos efúgios da leporídea no 40

Os gigantes dos campos de trigo

Os lances da escada

Os olhos de Luana

Os órfãos

Os ovos do papa

Os passarinhos que moram na minha agência

Os restos da cidade

Os romanos na América

Os Trabalhadores de um Supermercado

Os últimos vinte e cinco anos

Otelo

Ou agora ou nunca!

Outono

Padre Serafim

Paisagem concreta

Paixão colorida

Paixão X Razão

Palavras cruzadas

Para não esquecer

Para não passar em branco

Paraíso, Consolação, Liberdade

Parodiando Cinderela

Passado a limpo

Passageiro

Pé de goiaba sem porteira

Pedra na contraluz

Pela Janela

Perda

Perfume virtual

Pés descalços na terra molhada

Peteleco, o palhaço fantasma

Pobre, velho, doente, surdo e aleijado

Poesia de extinção é prosa

Polifugatta

Ponto de fuga

Por trás da parede de hera

Por trás daquela noite

Por um segundo de armistício

Potêcomunê

Preocupado com o Filhinho

Presença medieval

Presente

Princesinha do vale encantado

Processo seletivo

Prosopopéia microscópica sobre um doente terminal

Quadros por segundo

Quando a cruz não incomoda mais

Quando a estrela caiu

Quarenta anos depois

Quase

Quase

Quatro minutos e vinte e dois segundos

Que delícia!

Que eu saiba, não!

Quem nunca tirou meleca do nariz?

Recapitulando o dia de hoje

Reencontro

Reencontro

Reflexões de um acrípitro

Rei do Absurdo

Relevos

Resgatando valores

Ribanceira abaixo

Rick, Dick, Mick

Rosas

Rosas na escada

Rosas para Dulcinéia

Rouxinol enquanto encanta

Samsara

Santos e devotos

São dez dedos

Scarface

Sebo de Alexandria

Segredos cor-de-oliva

Seguindo seu curso

Sei que ele me ama, pois me disse uma vez

Semente

Seus pés

Sexo depois da morte

Shieley e Sidney

Silêncios do corpo

Simbolia

Sinistro

Só outra vez

Sob quantos sopros se esconde o seu nome

Solidão almejada

Solilóquios para um dia de chuva

Solilóquios para um dia especial a despeito de metereologias

Sonho

Sopros demoníacos

Sorrisos

Spider

Spleen

Tanatologias fílmicas

Tatuagem

Teatrinho de sombras

Tempo

Tenho que acertar...

Terapia da calçada

Tétricas aranhas

Tio Juca e o Grande Pântano

Tirar água do joelho

Toca de tocaia

Toda a verdade sobre Helen Keller

Todos, e nenhum

Tratador de cachorro

Travessia

Treino livre

Três corpos que sobem

Três meninos e a linha amarela

Tropeços e dúvidas

Tumate cum agrotóis

Um amigo como ídolo

Um cego de olfato

Um certo cheiro de menta

Um coelho para Nicolas

Um conto

Um conto de Ano Novo

Um conto de Natal

Um deles

Um dia de Juízo

Um encontro lumino

Um homem no escuro

Um lugar para Maristela

Um migrante nordestino

Um outro tipo de rede

Um palpite de Deus

Um par de botas

Um senhor

Um simples defeito

Um Sonho (ou o que poderia ter sido)

Um tiro surdo

Um trato

Um triângulo amoroso?

Um vestido esvoaçante e nada mais

Uma declaração

Uma fazenda, muitas histórias

Uma flor lilás

Uma gentil senhora

Uma ilha no entardecer

Uma mulher chamada Annackel

Único

Valentina

Vastidão

Vede o quanto se amam

Veio me ver Celestina?

Velório

Veludo, ouro, orvalho, esperança

Venância

Vermelho

Vestígios do amanhã

Vida na sombra

Vivo Morto Vivo

Voando debaixo da ponte

Vocação

Vôos rasos

Vovó querida

Vovó vai viajar

Vulnerate

VY – Trabalho, amizade e paixão

www.psicata.com.br

Zé Grande

 

 

As informações acima não representam nenhuma forma de premiação, mas tão somente a prestação de informações sobre uma fase do concurso.

Conforme estabelecido no regulamento, os resultados serão proclamados no dia 16 de outubro de 2006.

 

REGULAMENTO

1. Podem concorrer quaisquer pessoas, desde que os textos inscritos sejam em língua portuguesa. Os trabalhos não precisam ser inéditos e a temática é livre.

2. As inscrições se encerram no dia 24 de julho de 2006. Os trabalhos enviados após esta data não serão considerados para efeito do concurso, e, assim como os demais, não serão devolvidos. Para tanto será considerada a data de postagem (correio e internet).

3. Os limites de cada trabalho são de até 6 (seis) páginas para Contos e de até 2 (duas) páginas para Poesia. Os textos devem ser em folha A4, corpo 12, espaço 1,5 (entrelinhas) e fonte Times ou Arial.

4. As inscrições podem ser realizadas por correio ou pela internet da forma seguinte:

a) Via postal (correio): os trabalhos podem ser enviados em papel, CD ou disquete 3 ½ para Guemanisse Editora Ltda. CAIXA POSTAL 92.659 - CEP 25.953-970 - Teresópolis – RJ ;

b) Internet: os trabalhos devem ser enviados em arquivo Word para o e-mail Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo '; document.write( '' ); document.write( addy_text65676 ); document.write( '<\/a>' ); //-->\n Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo

5. Tanto os contos quanto as poesias devem ser remetidos em 1 (uma) via, devendo, em folha (ou arquivo) separada, conter os seguintes dados do concorrente:

nome completo;

nome com o qual assina a obra;

data de nascimento / profissão / identidade;

endereço (com CEP);

e endereço eletrônico (e-mail).

6 . Cada concorrente pode realizar quantas inscrições desejar, em cada categoria.

7. Para a categoria CONTOS, o valor de cada inscrição é de R$ 20,00 (vinte reais), podendo o autor inscrever até 2 (dois) textos por inscrição. Para a categoria POESIAS, o valor de cada inscrição é de R$ 20,00 (vinte reais) podendo o autor inscrever até 2 (dois) textos por cada inscrição. Os valores devem ser depositados em favor de GUEMANISSE EDITORA E EVENTOS LTDA, na Caixa Econômica Federal, Agência 2264, Oper. 003 Conta Corrente Nº 451-7 ou no BRADESCO, Agência 2801-0, Conta Corrente Nº 8582–0.

8. Os comprovantes de depósito (nos quais os concorrentes escreverão o nome) devem ser remetidos para Guemanisse Editora e Eventos Ltda. pelo correio, pela internet (escaneados) ou pelo fax (0XX – 21) 2643-5418 . Nenhum valor de inscrição será devolvido.

9. Os resultados serão divulgados pelo nosso site www.guemanisse.com.br pela mídia e individualmente a todos os participantes, no dia 16 de outubro de 2006.

10. Cada Comissão Julgadora será composta por 3 (três) nomes ligados à literatura e com reconhecida capacidade artístico-cultural.

11. Cada Comissão Julgadora pode, a seu critério, conceder menções honrosas.

12. As decisões das Comissões Julgadoras são irrecorríveis.

13. Para cada Categoria (Contos e Poesias), a premiação será nos seguintes valores, dos quais serão descontados possíveis impostos legais e condições:

a) Premiação em dinheiro:

Primeiro lugar: R$ 3.000,00 (três mil reais);

Segundo lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais);

Terceiro lugar: R$ 1.000,00 (mil reais).

b) Premiação de publicação em livro:

Os textos premiados, inclusive os que forem agraciados com menção honrosa, serão publicados em livro (sem ônus para seus autores) e cada um destes autores receberá dez exemplares, em troca do que cedem os direitos autorais para esta edição específica que não poderá ultrapassar a tiragem de 2.000 exemplares. Os exemplares restantes desta edição serão preferencialmente distribuídos por bibliotecas e escolas públicas.

Na última versão deste Concurso, além dos prêmios em dinheiro, foram publicados em livro 40 (quarenta ) textos, por conta de premiações.

14. A inscrição no presente concurso implica na aceitação plena deste regulamento.

Última Atualização ( 17 de julho de 2007 )
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